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DIOSPIROS

por Fernando Ramos, em 17.01.17

Agridoce e sumarento, o diospiro oferece momentos de degustação únicos quando consumido no ponto certo. É um óptimo aliado da saúde, especialmente nesta altura do ano, já que, ao ser rico em carotenos e antioxidantes, fortalece o sistema imunitário. Aproveite para introduzir este alimento nas suas refeições!

No coração do AVC

 

 

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MARACUJÁ - emagrecer

por Fernando Ramos, em 16.01.17

Veja uma ótima receita de suco de maracujá para emagrecer em:http://www.tuasaude.com/suco-de-maracuja-para-emagrecer/
 
Suco de maracujá para emagrecer
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 (Nutricionista)

O suco de maracujá é um excelente remédio caseiro para emagrecer.

A farinha da casca do maracujá é o ingrediente principal desse remédio caseiro. Essa parte da fruta é rica em pectina, uma fibra que bloqueia a gordura, diminui a absorção de carboidratos e ainda proporciona a sensação de saciedade por isso se pode dizer que osuco de maracujá emagrece.

Receita de suco de maracujá para emagrecer

Ingredientes:

  • 1 maracujá grande,
  • 2 copos de água,
  • 1 colher (chá) de farinha da casca do maracujá e
  • adoçar com stevia

Modo de preparo:

Corte o maracujá ao meio, retire toda a sua polpa e bata no liquidificador com a água. Adoce à seu gosto e adicione a farinha da casca do maracujá depois de pronto.

A farinha com casca de maracujá pode ser facilmente feita em casa e pode ser encontrada em farmácias e em lojas de produtos naturais e pode ser acrescentada a qualquer suco, sopa, iogurte vitamina ou até mesmo com um pouquinho de água.

Recomenda-se ingerir 1 colher de sopa da farinha da casca do maracujá 3 vezes ao dia, antes do café da manhã, almoço e jantar. O suco de maracujá ajuda a emagrecer mas para facilitar o emagrecimento deve-se evitar os alimentos ricos em gordura e em açúcar e praticar atividade física regularmente.

Links úteis:

 
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CAFÉ

por Fernando Ramos, em 24.12.16

 

Mais uma notícia sobre o café!
Café reduz risco de progressão do cancro da próstata!

Apesar da sua ingestão não ter só vantagens, são cada vez mais os estudos que enaltecem os benefícios da cafeína. 

4 chávenas de café por dia reduzem em 59% o risco de recorrência e progressão do cancro da próstata em homens já diagnosticados com a doença.

Isto em comparação com outros cujo o consumo de café é igual ou inferior a 1 chávena por semana.

A garantia é dos autores de uma investigação publicada site Medical News Today. 

E vocês, já beberam café hoje?
 
 

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Pouca gente sabe, mas alergias, artrites, dores de cabeça, problemas de pele, tumores - esses e vários outros problemas de saúde que afligem as pessoas na nossa civilização industrializada estão relacionados ao mau funcionamento do intestino.

 

O intestino representa a terceira etapa que os alimentos ingeridos nas refeições devem atravessar em sua viagem dentro de nós.

Eles passam primeiramente pela boca, onde devem ser bem mastigados e misturados à saliva.

Depois pelo estômago, onde acontece boa parte da digestão.

E finalmente por esse longo tubo onde a digestão se completa – o intestino.

Neles são absorvidos os nutrientes, e aquilo que resta do bolo fecal é tornado semissólido para poder ser eliminado.

Como consequência desse processo, pelo menos três vezes ao dia transitam no intestino os alimentos e as bebidas que consumimos nas refeições principais.

Na primeira metade do século 20, Arbuthnot Lane, cirurgião do rei da Inglaterra, especializou-se na amputação de trechos doentes do intestino e em costurar as pontas que sobraram para fazer com que o órgão recobrasse sua capacidade de funcionamento.

Ele observou um curioso fenômeno: alguns meses depois de passar por intervenções no cólon, alguns pacientes se curavam de doenças que não tinham, aparentemente, nenhuma ligação com o órgão operado.

Entre eles, um rapaz sarou de uma grave forma de artrite e uma mulher se curou completamente do bócio que a fazia sofrer.

Essas e outras experiências convenceram o cirurgião Lane de que a intoxicação intestinal – sobretudo a do cólon – podia contribuir para o adoecimento de outras partes do organismo que pareciam não ter relação com os intestinos.

Ainda hoje, a medicina oficial declara não ter descoberto a causa de muitas doenças que afligem a humanidade, entre elas o câncer, tumores, doenças autoimunes, vários problemas da pele (psoríase, etc.), alergias ambientais e alergias e intolerâncias alimentares, as quais são cada vez mais numerosas.

Por que ainda não descobriram as causas desses males?

Segundo o médico e escritor norte-americano Bernard Jensen, porque, ao examinar casos de intoxicação orgânica, a medicina leva em consideração apenas os venenos que podem chegar do meio externo (fungos, substâncias químicas, gases, etc.) e não avalia aqueles que podem ser criados no intestino e se difundir para o resto do organismo, prejudicando a boa saúde de outras áreas dele.

Essa falha é surpreendente.

Em um passado não muito distante, a limpeza intestinal era considerada muito importante, e a purga mensal, bem como os periódicos enemas dos quais as pessoas mais velhas certamente se recordarão, era um sinal evidente disso.

O intestino, com sua notável área de contato com os produtos da digestão (cerca de 300 metros quadrados de superfície!), representa um dos “órgãos” mais influentes do corpo.
Ele executa importantes funções digestivas, promove a absorção dos nutrientes e colabora com os rins, a pele e os pulmões nos processos de eliminação de detritos.

As últimas partes do intestino – o cólon (ou intestino grosso) e o reto – são certamente as mais relevantes.

 

Nessas áreas, graças às enzimas e à flora bacteriana, a digestão se completa e substâncias fundamentais são absorvidas: a água, os aminoácidos (constituintes das proteínas) e muitos dos produtos medicinais que usamos.

O que acontece quando as paredes do cólon não são sadias?

Acontece algo muito perigoso para a boa saúde: a mucosa se inflama e perde sua impermeabilidade.

Ou seja, permite que substâncias tóxicas, alguns parasitas e fragmentos de alimento não bem digeridos a atravessem e entrem nos líquidos orgânicos (o sangue e a linfa).

Tais substâncias nocivas, difundindo-se no organismo inteiro, podem gerar os sintomas mais diversos.

A relação inclui enxaquecas e hemicranias crônicas, alergias, acnes, psoríase e outras doenças da pele, distúrbios da próstata, diverticulite, graves prisões de ventre, prolapsos intestinais, artrites, reumatismos, problemas cardíacos, asma, problemas respiratórios, nódulos das mamas, perda de vitalidade, cansaço, depressão, falta de concentração, agressividade, ataques de pânico, infecção, inflamações, poliartrite, problemas dos cabelos, parasitoses intestinais que produzem o bruxismo (ranger de dentes noturno) e muitos outros distúrbios.

Examinemos algumas condições responsáveis por fazer do nosso intestino o ponto inicial de tantas disfunções e doenças que, num primeiro momento, ninguém iria associar a esse órgão.

Fundamentalmente, até mesmo numa pessoa sadia é possível se encontrar uma ou mais das seguintes anomalias:

1. Incrustações fecais

2. Disbiose intestinal

3. Síndrome do intestino irritável (SII)

4. Síndrome de hiperpermeabilidade intestinal

5. Glúten e doença celíaca

Vamos analisar cada uma separadamente:

1. As incrustações fecais

“Metade das pessoas que declaram gozar de boa saúde carrega continuamente dentro de si, desde a infância, vários quilos de substâncias que nunca foram eliminadas”, afirma o professor e médico Arnold Ehret.

“Para essas pessoas, uma boa evacuação ao dia não tem nenhum significado.”

Quando pensamos na farinha de trigo, sentimos gratidão, imaginando que com ela se mata a fome da humanidade desde os primórdios da história.

É preciso, porém, deixar claro que a farinha usada nos tempos passados era integral, e as donas de casa que tentaram fazer com ela massa para pão sabem muito bem quanto é difícil trabalhá-la sem misturá-la com farinha branca normal.

Mas a farinha branca, infelizmente, apresenta um grave inconveniente, perigoso e pouco conhecido: ela cola!

 

Isso é fácil de verificar cozinhando a fogo baixo farinha branca e água: cria-se uma cola tão boa que até hoje é usada para encadernar livros antigos.

Com o passar dos anos, os alimentos que contêm farinha branca deixam uma camada sobre as paredes do intestino, especialmente sobre a parte final deles, o intestino grosso ou cólon.

Essa cola, acumulando-se mais e mais a cada dia, pode se tornar tão espessa que no espaço central do intestino (o chamado lúmen) fica difícil passar um lápis.

Uma das maiores causas dos problemas intestinais, especialmente os do cólon, é essa cola que, ao longo dos anos, se torna uma verdadeira incrustação, parecida, nas palavras do doutor Jensen, aos pneus de um automóvel!

Claro, essas incrustações não são as únicas responsáveis.

A elas deve-se acrescentar a vida sedentária, a poluição ambiental, o uso de medicamentos não naturais, uma alimentação não balanceada, demasiado rica em açúcares, alimentos refinados e aditivos químicos e, ao mesmo tempo, pobre de elementos importantes como fibras, vitaminas e sais minerais.

A tudo isso é preciso acrescentar o estresse, que determina uma alteração das paredes intestinais, provocando contrações excessivas ou insuficientes.

Essa condição não apenas causa um acúmulo de toxinas e um aumento das incrustações fecais antes descritas, mas também pode influenciar a flora bacteriana, tornando mais lentos e menos eficazes os processos biológicos próprios do intestino.

 

 

2. A disbiose intestinal

No cólon existe uma notável flora intestinal, passível de modificações que a tornam muito perigosa para a saúde.

Quando a flora é equilibrada e útil ao organismo, ocorre uma condição de saúde que tem o nome de eubiose.

Ao contrário, quando essa flora está desequilibrada (condição, infelizmente, muito difundida na atualidade), toma o nome de disbiose, e suas consequências podem ser nefastas.

Uma alimentação pouco inteligente (muitos açúcares e proteínas, combinações erradas de alimentos, pouca ou nenhuma mastigação), refeições ingeridas de modo apressado e uso de laxantes, antiácidos, antibióticos, etc., criam um produto da digestão (um “bolo”) rico de proteínas mal digeridas e outros elementos anômalos que predispõem ao desenvolvimento de várias substâncias tóxicas e bactérias da putrefação, ambas muito danosas.

Tudo isso, infelizmente, contribui para o forte aumento estatístico das patologias graves do cólon, como diverticulites, pólipos, retocolites ulcerosas e tumores.

3. Síndrome do intestino irritável (SII)

A síndrome do intestino irritável é uma patologia que faz o intestino “espremer” o alimento ingerido de modo excessivamente débil ou forte, fazendo com que o trânsito desse alimento seja demasiado lento ou veloz.

 

Às vezes a SII é provocada pela ansiedade ou pelo estresse.

No entanto, muitas outras vezes, os testes que determinam a permeabilidade e a motilidade intestinal revelam a presença de fungos, parasitas e/ou bactérias patogênicas.

Os micróbios mais comumente encontrados em situações do gênero são o Blastocystis hominis e as várias espécies de cândida.

Se permitimos que a SII prossiga no tempo sem o devido tratamento, ela pode dar origem a desordens muito sérias, como a infecção por cândida, a sensibilidade química múltipla, a síndrome da fadiga crônica, muitas doenças autoimunes e até mesmo o câncer.

Vale notar que raras vezes os tratamentos médicos conseguem eliminar a SII.

Para seu tratamento efetivo, são mais adequados os remédios naturais. Eles devem ser dirigidos à remoção das causas, à melhora das funções gastrintestinais e à cura da mucosa intestinal.

4. Síndrome de hiperpermeabilidade intestinal

Diversos problemas de saúde surgem por causa do mau funcionamento do intestino, muitas vezes causado pelo estado precário de suas paredes, que perderam a necessária impermeabilidade.

Essa patologia é chamada de “perda de impermeabilidade da mucosa intestinal”.

Há fortes suspeitas de que essa perda é a causa básica de várias patologias, entre as quais doença celíaca, infecção por cândida, doença de Crohn, infestação por giárdia, eczema atópico, problemas digestivos, fadiga crônica, alergias alimentares, intolerâncias alimentares, asma, dores de cabeça e artrite.

A patologia acontece quando, nas paredes do intestino, os espaços entre as células se ampliam a ponto de possibilitar a passagem e a subsequente entrada de substâncias tóxicas na corrente sanguínea.

Essa condição anômala permite às gorduras e aos dejetos que não puderam ser absorvidos (bactérias, fungos, parasitas com suas toxinas, proteínas não digeridas) “gotejar para fora” e entrar na corrente sanguínea.

Considerando-se a vasta superfície da mucosa intestinal e sua grande capacidade de absorção, pode-se compreender quanto é importante que ela permaneça perfeitamente impermeável, para evitar que as substâncias tóxicas possam ser lançadas nos líquidos externos (sangue e linfa) e distribuídas no corpo todo, criando múltiplas disfunções e doenças.

Dessa distribuição de venenos deriva uma série de distúrbios de caráter geral que, à primeira vista, parecem não ter nenhuma relação com o intestino: dores de cabeça, nervosismo, ansiedade, depressão, mau hálito, rinites, acne, dermatites, eczemas, fadiga crônica, envelhecimento da pele, dores nas articulações, artrose, etc.
Essa invasão provoca também uma forte baixa das defesas orgânicas, pois no intestino existem entre 100 e 200 “placas de Peyer” (aglomerados de nódulos linfáticos localizados principalmente na mucosa do íleo, que têm a mesma atividade das tonsilas: produzir substâncias que protegem a mucosa contra a ação de micróbios), essenciais para a manutenção do nosso potencial imunológico.

 

Isso, obviamente, abre as portas a várias alergias e intolerâncias alimentares.

5. Glúten e doença celíaca

O glúten é uma proteína que, infelizmente, está cada dia mais presente na nossa alimentação.

Ao contrário da crença comum que o associa sobretudo ao pão e ao macarrão, o glúten existe também em vários outros cereais (trigo, cevada, centeio, sorgo) e, obviamente, em todos os seus derivados.

Às vezes o glúten é utilizado para tornar mais densos cremes e pudins, no presunto cozido e em embutidos como salames, mortadelas, salsicha e inclusive em alguns medicamentos.

Com o passar dos anos, especialistas em agricultura selecionaram cereais com conteúdo cada vez maior de glúten.

Do farro com pouquíssimo glúten (que hoje quase ninguém conhece), como aquele usado na Europa na época dos antigos romanos, passou-se ao trigo, que contém muito glúten.

A grande utilização atual do glúten advém do fato de que essa substância torna as massas mais macias e elásticas – uma grande vantagem na panificação, pois assim o pão fica mole e não se esfarela quando cortado em fatias.

Arroz, milho, quinua e trigo-sarraceno não contêm glúten.

A aveia também não, mas como é processada em máquinas que também processam cereais com glúten, acaba se “contaminando”.

Mas já existem, no mercado, marcas de aveia sem glúten.

São relativamente comuns as alergias ao glúten, nas quais a resposta imunológica é similar àquela que acontece nas demais doenças alérgicas de origem alimentar, com o aparecimento de vários sintomas.

Às vezes essas alergias podem desembocar numa moléstia autoimune extremamente grave, a doença celíaca.

Nessa patologia, o sistema imunológico cria anticorpos contra o glúten e pode destruir as vilosidades intestinais e/ou gerar caquexia (estado de magreza extrema), e inclusive levar à morte.

O que podemos fazer?

Os laxantes – infelizmente hoje bastante usados – constituem apenas um benefício momentâneo. A longo prazo, eles tendem a danificar a mucosa intestinal.

Para limpar o intestino de forma radical, pode-se fazer algumas sessões (no máximo quatro ou cinco) de lavagens intestinais (hidrocolonterapia) e outros tratamentos ainda mais completos.

Mas eles exigem acompanhamento médico ou de um hidrocolonterapeuta.

Para manter limpo o intestino, convém retomar o velho, sábio e salutar hábito de refazer periódicas desintoxicações intestinais.

Um dos primeiros sinais de que nosso intestino está carregado de impurezas é o aparecimento de cravos, espinhas, furúnculos e outras inflamações na pele.

 

Se procurarmos eliminar essas inflamações com o uso de pomadas, corremos o risco de bloquear essa “descarga” e fazer com que o corpo acumule as impurezas em algum outro órgão ainda mais importante do que a pele.

Criam-se assim os pressupostos para problemas bem mais graves.

Dieta para curar o intestino

Uma alimentação correta e saudável é fundamental para corrigir patologias intestinais e manter esse órgão em equilíbrio.

A dieta abaixo pode ajudar na recuperação da flora intestinal.

CAFÉ DA MANHÃ:

Fruta fresca da estação.

Uma maçã, alguns figos ou ameixas secas, colocadas de molho num pouco d’água na noite anterior.

Beber muita água, kefir, Iogurte e coalhada naturais.

Evitar os alimentos em que haja mistura de farinhas e açúcar, pois ela acidifica o organismo.

ALMOÇO:

Comer cereal sem glúten, como arroz ou quinua; verduras e legumes crus à vontade; alternar frango ou peixe.

JANTAR:

Arroz ou quinua, sempre com verdura crua; ou, em vez do cereal, batata-doce ou inhame.

Alternar: frango, peixe, ovos, queijos de cabra, iogurte ou coalhada.

Melhor evitar carnes vermelhas.

Atenção aos alimentos à base de soja, pois quase sempre fazem parte dos organismos geneticamente modificados (transgênicos).

FRUTAS: Melhor quando estão maduras e da estação, mas sempre longe das refeições principais.

SOL:

O sol (vitamina D) também pode ser considerado uma forma de alimento benéfico para as células do intestino.

ELIMINAR:

Açúcar/doces, café com leite, leite de vaca e derivados.

Carnes vermelhas.

Bebidas com gás, sucos de fruta conservados.

Pão branco e até mesmo o integral.

 

http://www.curapelanatureza.com.br/

 

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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KIWIS

por Fernando Ramos, em 26.11.16

Gostam de Kiwis??
Sabiam que o Kiwi é uma verdadeira bomba em termos de concentração de Vitamina C! 
Para além disso é um laxante natural!
Também é bom para os que têm dificuldade em conseguir deixar de fumar. O efeito antioxidante da vitamina C deste fruto ajuda a reduzir os efeitos nocivos da nicotina, favorece a circulação sanguínea, diminui o envelhecimento prematuro da pele e neutraliza os perigosos radicais livres originados pelo tabaco.

100g de kiwi por dia aportam 166% da dose diária recomendada de vitamina C e ainda vitamina E, ácido fólico e fibras.

Um Kiwi tem apenas 45 calorias, e, como uma alegria nunca vem só, ainda contribui para a beleza da pele, o que é importante em dietas de emagrecimento onde, tantas vezes, é a pele que suporta os ‘estragos’...

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CASCA DA MELANCIA

por Fernando Ramos, em 24.11.16

Quando você pensa na melancia, certamente pensa na porção interna, que normalmente é muito sabora e doce.

E você certamente deve descartar a parte branca, que não tem gosto agradável, juntamente com a casca verde da fruta.

Não é isso que acontece?

Pois saiba que você está desperdiçando o melhor da melancia.

A parte branca, que faz parte da casca, e a própria casca são as partes mais medicinais da melancia.

Alem disso, a maioria dos nutrientes dessa fruta se encontra na casca.

A casca da melancia, só para você ter ideia, é rica em vitamina A, C, B6, zinco, potássio e magnésio.

Também pode ser encontrada uma boa quantidade de licopeno na casca.

O licopeno é um poderoso antioxidante que pode proteger nosso corpo contra diversas doenças.

E a parte branca da melancia, que faz parte da casca, melhora a circulação do sangue, aumentando, entre outras coisas, o desempenho sexual.

Além disso, é diurética, ajudando bastante a quem quer emagrecer.

Aqui estão alguns motivos para você consumir toda a casca da melancia (a parte branca e a verde):

1. Reforça os benefícios do treinamento físico com peso

Os altos níveis de citrulina, um aminoácido muito importante para os músculos especialmente depois dos exercícios, fazem com que o exercício seja mais proveitoso.

Você pode misturar a casca de melancia com peito de frango e consumir depois do treino.

2. Aumenta a libido

 

 

A ação da citrulina não se resume à ampliação dos benefícios do treinamento físico.

Ela também eleva a libido e melhora a performance sexual.

Dessa forma, se está precisando de um bom afrodisíaco, a casca de melancia é uma ótima escolha.

3. Promove a perda de peso saudável

A casca da melancia é rica em fribras.

Isso significa que, se consumir a casca, ajudará seu intestino a eliminar as toxinas, o que favorecerá a perda de peso.

E também, por ela aumentar a sensação de saciedade, você terá menos fome e, por isso, comerá menos bobagens.

4. Regula a pressão arterial

Devido à capacidade de eliminar o excesso de água do organismo, a casca de melancia ajuda a normalizar a pressão arterial.

5. Melhora o sistema urinário

A casca de melancia desintoxica todo o trato urinário.

Como consequência, ela ajuda a prevenir infecções e a manter o sistema urinário saudável.

RECEITA DE SUCO DE MELANCIA COM A CASCA

INGREDIENTES

2 fatias de melancia com a casca

Meio copo de água

MODO DE PREPARO

Pique as fatias.

Coloque a água no liquidificador e adicione os pedaços de melancia picados aos poucos, enquanto bate.

Liquidifique bem.

Você pode passar o suco numa peneira ou simplesmente não coar, é opcional.

Se sobrar suco, guarde-o na geladeira e tome no mesmo dia.

É importante higienizar bem a casca, especialmente se ela não for orgânica.

 

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COENTROS - USE E ABUSE

por Fernando Ramos, em 24.11.16

Coma coentros e largue os antibióticos.


Em tempos de crise, os coentros podem ser baratos, tratar doenças e..., já agora, dar um sabor especial à comida. Eis um estudo com assinatura portuguesa

Use e abuse dos coentros na cozinha. Esta erva aromática, usada quer na cozinha, quer em fármacos, pode ajudar a prevenir doenças transmitidas por alimentos e, vai ao ponto de tratar infecções resistentes aos antibióticos. Ou seja, um estudo da Universidade da Beira Interior, publicado no «Journal of Medical Microbiology» chegou à conclusão de que: o óleo de coentros é tóxico para uma ampla gama de bactérias nocivas.

O efeito do óleo de coentros foi testado em 12 estirpes de bactérias, entre as quais a E.coli (que andou nas bocas do mundo nos últimos meses); a Salmonella entérica e a Bacillus cereus. Todas elas mostraram uma redução do crescimento, sendo que a maioria delas foi eliminada por soluções que continham até 1,6 por cento de óleo de coentros. Apenas duas resistiram ao efeito bactericida desta solução.

Fernanda Domingues, responsável pela investigação, explicou, como funciona o óleo dos coentros: - «Os resultados indicam que o óleo de coentros danifica a membrana que envolve a célula bacteriana. Isso interrompe a barreira entre a célula e o seu meio ambiente e inibe os processos essenciais, incluindo a respiração, o que acaba por conduzir a célula bacteriana à morte».

Fernanda Domingues, Filomena Silva, Susana Ferreira, e João Queiroz deixam, assim, uma dica. «O óleo de coentros pode ser uma alternativa natural aos antibióticos comuns, já que pode ser usado como medicamento na forma de loções, anti-sépticos orais e até mesmo comprimidos para combater infecções bacterianas multi-resistentes que, de outra forma, não poderiam ser tratadas».

E não é só a indústria farmacêutica que pode «lucrar» com os coentros. Também a indústria alimentar e médica, já que «anualmente, nos países desenvolvidos, cerca de 30 por cento da população sofre de doenças transmitidas por alimentos. Esta pesquisa incentiva o desenvolvimento de novos aditivos alimentares.»

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JINDUNGO - (PIRI-PIRI)

por Fernando Ramos, em 22.11.16

Jindungo (Piri-piri)

Quem coloca o jindungo no dia-a-dia está levando, além de tempero,  uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório,  xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram  há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência.

O jindungo faz bem à saúde e seu consumo é essencial para  quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para  muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser  evitado. O jindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que  provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas.. Nada disso  é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram  justamente o oposto! A substância química que dá ao jindungo o seu caráter ardido é  exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.

No  caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. No jindungo, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras  morfinas internas, analgésicos naturais  extremamente potentes que o  nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você ingere  um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores  sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao  cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria  pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do  cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar,  sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de  refrescá-lo. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum  dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca  estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas,  que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma  sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado  alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de  morfina interna do cérebro. E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!

Quanto mais arder o jindungo, mais endorfina é produzida! E quanto  mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca. E tem mais: as substâncias picantes do jindungo (capsaicina e  piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.  Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação  no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde  que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam  aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação  antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o jindungo,  tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (jindungo), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é  muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio.  Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA  celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que  previnem o câncer.

Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como  alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes,  possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é  usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores  musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção  de arteriosclerose. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois  acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas,  saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o jindungo não é  um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão

DOENÇAS QUE O JINDUNGO CURA E PREVINE

Baixa imunidade - O jindungo tem sido aplicada em diversas partes do  mundo no combate à aids com resultados promissores.

Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da  capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na  próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou  seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses  desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que  houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células  pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os  médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.

Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de  alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas  deprimidas.

Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais  potentes, que atenuam a dor.

Esquistossomose - A cubebina, extraída de um tipo de pimenta  asiática, foi usada em uma substância semi-sintética por cientistas  da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do  tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a  doença em cobaias foi eliminada.

Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e  anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado  diretamente sobre a pele  machucada. Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a  prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um  pequeno jindungo por dia, como se fosse uma pílula. Hemorróidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem  remédios com jindungo para uso tópico.

Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder  bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa.  Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração - O jindungo caiena tem sido apontada como capaz de  interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém  componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos  sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a  diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o jindungo derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura  corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para  dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam  que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a  regularizar a pressão arterial.

- Bom, né?.

 

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SEGREDO DOS SUMOS

por Fernando Ramos, em 19.11.16

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Colesterol Mau – 7 alimentos a evitar!

por Fernando Ramos, em 27.10.16

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Colesterol Mau – 7 alimentos a evitar!

 

Enquanto gordura produzida pelo nosso organismo, o colesterol revela-se essencial na manutenção do bom funcionamento celular. No entanto, este é também associado ao surgimento de problemas cardiovasculares graves, quando se apresenta em níveis altos, o que pode ser um indício de práticas alimentares menos aconselháveis.

O colesterol é sintetizado pelo nosso corpo, mais concretamente no fígado e divide-se em duas categorias: O colesterol bom e o colesterol mau.

O colesterol bom, denominado HDL (High Density Lipoproteins) assume-se como um agente regulador, assegurando a manutenção e respetiva limpeza dos tecidos celulares, especialmente os das artérias.

O colesterol mau, denominado LDL (Low Density Lipoproteins) assegura o transporte e consequente deposição de gordura em outros tecidos celulares, contribuindo, entre outros casos, para a obstrução de vasos sanguíneos o que pode levar a problemas cardiovasculares graves.

Em baixo encontrará uma lista de sete alimentos a evitar se não quer ver o seu colesterol mau a subir!

Laticínios processados

Produtos derivados do leite como a manteiga, o leite condensado e determinados queijos possuem na sua composição uma elevada dose de gorduras saturadas. Estas contribuem para o aumento significativo do LDL e são, sem dúvida, alimentos a evitar se pretende controlar os seus níveis de colesterol.

Carnes Vermelhas

Se é apreciador de carne e tem problemas relacionados com o colesterol terá que moderar o seu consumo. Certas carnes vermelhas possuem altas doses de gordura saturada, e que, aliada à sua preparação, pode aumentar os seus níveis de colesterol. Substituir esta pelas carnes brancas, ricas em proteína ou por determinados tipos de peixe, ricos em ácidos gordos e ómega 3 contribuem para equilibrar a sua dieta não permitindo o aumento do colesterol.

Fritos

Alimentos como as batatas fritas e salgados são de se evitar. A confeção destes, normalmente a altas temperaturas, provoca alterações na composição dos alimentos, convertendo muitos dos seus nutrientes em gorduras saturadas que se apresentam em altíssimas concentrações. Em alternativa, opte por cozer ou grelhar os alimentos, contribuindo assim para uma alimentação saudável a todos os níveis.

 

Charcutaria

Estas possuem altos níveis de gordura saturada, além de na sua confeção possuírem altos teores de sal, o que promove um aumento da pressão arterial, deixando as artérias vulneráveis ao acumular de colesterol nas suas paredes. Atenção, afaste-se dos fumados se tem altos níveis de colesterol!

Açúcar

Se tem “boca doce” e é apreciador de bolos processados, biscoitos ou outro tipo de alimentos com alto teor de açúcar fique a saber que este, contribui ativamente para o aumento dos níveis de colesterol no seu organismo. Substitua o açúcar por algo mais “doce” para a sua saúde como por exemplo uma boa peça de fruta.

Gema de Ovo

A gema de ovo é extremamente rica em nutrientes como ferro, cálcio ou ácidos gordos. No entanto, esta possui também altos níveis de gordura saturada. A sua preparação, associada muitas vezes à confeção de bolos e outras deliciosas e perigosas sobremesas, contribui para o aumento do colesterol.

Fast Food

Evite o fast food. Além de existirem altas quantidades de calorias nos seus alimentos, a preparação destes envolve muitas vezes a fritura, o que, como já foi apontado em cima, altera a componente nutritiva dos alimentos. Conte também com gorduras saturadas que irão atuar como uma verdadeira “bomba” na sua saúde cardiovascular.

É importante reconhecer as boas práticas alimentares, não só como um contributo importante para o seu bem-estar, mas também como um fator essencial para a sua saúde

 

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